O lateral Pedro Maranhão despediu-se do CD Tondela e assinou contrato com um clube chinês, pondo fim a mais de dois anos no clube de Tondela. A transferência foi confirmada esta semana, com o jogador a rumar ao futebol asiático após 27 jogos pelo Tondela na atual época — temporada em que a equipa lutou pela manutenção na Primeira Liga, ocupando o 17º lugar com 28 pontos após 34 jogos (6 vitórias, 10 empates e 18 derrotas).

O que aconteceu com Pedro Maranhão no Tondela?

Pedro Maranhão chegou ao Tondela em 2024 vindo do Moreirense e rapidamente se afirmou como peça-chave na defesa do clube. Ao longo da temporada 2025/26, o lateral participou em 27 partidas, contribuindo com dois golos e uma assistência, números modestos mas relevantes num plantel que sofreu com a instabilidade defensiva — o Tondela terminou a época com 55 golos sofridos, o segundo pior registo da liga. A sua saída surge num momento de reformulação da equipa, com o clube a preparar um novo ciclo após uma campanha difícil.

Por que a China?

Fontes próximas do jogador indicam que a proposta chinesa superou financeiramente o que o Tondela poderia oferecer, além de incluir um projeto desportivo atrativo. Maranhão, de 26 anos, optou por apostar numa carreira internacional fora da Europa, seguindo o exemplo de outros jogadores portugueses que têm migrado para o futebol chinês nos últimos anos. A decisão não foi fácil, mas o lateral considerou que era a altura certa para dar este passo.

Impacto imediato no Tondela

A saída de Pedro Maranhão deixa um vazio na lateral direita do Tondela, posição onde o clube já enfrentava dificuldades para encontrar um titular estável. O treinador da equipa, que ainda não foi anunciado para a próxima temporada, terá agora de resolver a posição em mercado, possivelmente com um reforço jovem ou um empréstimo. A equipa segue em 17º lugar com 28 pontos, a 11 do 16º classificado, e a próxima partida está marcada para 8 de novembro de 2026 contra o Sporting CP B, fora de casa.

O Tondela termina a época 2025/26 com um saldo de 27 golos marcados e 55 sofridos, uma diferença de -28 que reflete as dificuldades defensivas da equipa. Com a saída de Maranhão, o clube enfrenta agora o desafio de reconstruir a defesa sem perder o ritmo na luta contra o rebaixamento — a equipa soma seis vitórias, dez empates e dezoito derrotas, com uma forma recente de VVEED.